Polícia prende assessor de Petecão com R$ 30 mil e lista de eleitores e requisição de gasolina

 Por: Hedislandes Gadelha
A operação que resultou na prisão de Bezerrinha começou a partir de uma denúncia anônima feita à Polícia Civil. O denunciante informou que os assessores de Bocalom estariam fazendo um saque de R$ 30 mil em uma agência bancária e que o dinheiro seria usado para a compra de votos no domingo. Informou, ainda, o carro em que o dinheiro estaria sendo transportado.

De posse de tal informação, a polícia passou a monitorar o carro e seus ocupantes, quatro ao todo. O carro foi seguido pelos policiais desde a saída do banco. Em dado momento, Bezerrinha parou em sua casa, mudou de carro e ainda trocou a bolsa em que transportava o dinheiro. Foi aí que os policiais resolveram agir detendo o carro e seus integrantes e os levando para a sede da Polícia Federal já que havia a suspeita de crime eleitoral. Lá chegando, o carro foi vistoriado por agentes, o dinheiro foi apreendido e contado. Constatou-se que em poder do grupo havia apenas R$ 15 mil. Faltava os outros R$ 15 que informado pelo denunciante.

Enquanto Bezerrinha e seus comparsas prestavam depoimento, agentes da Polícia Federal e Polícia Civil, acompanhados da juíza da 1a Zona Eleitoral, Maha Kouzi Manasfi e Manasfi e do promotor eleitoral Rodrigo Kurti, faziam a busca e apreensão na casa de Bezerrinha. Foi lá então que apreenderam o restante do dinheiro, além da lista de eleitores para os quais o dinheiro seria distribuído, requisições de gasolina e farto material de propaganda de Bocalom.

O grupo agora vai ficar no aguardo da Justiça Eleitoral que deve tomar as medidas cabíveis.
Polícia prende assessor de Petecão com R$ 30 mil e lista de eleitores e requisição de gasolina

A Polícia Civil (PC) prendeu na tarde desta sexta-feira, 26, o assessor do senador Sérgio Petecão (PSD), Francisco Bezerra, o Bezerrinha, que também atua na coordenação do candidato a prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PSDB). Em seu poder foi apreendida a quantia de R$ 30 mil, além de lista contendo nome de eleitores para os quais seria distribuído o dinheiro para a compra de voto, configurando, assim, o crime eleitoral. Junto com Bezerrinha também foram presos outros assessores da campanha do candidato tucano.
A operação que resultou na prisão de Bezerrinha começou a partir de uma denúncia anônima feita à Polícia Civil. O denunciante informou que os assessores de Bocalom estariam fazendo um saque de R$ 30 mil em uma agência bancária e que o dinheiro seria usado para a compra de votos no domingo. Informou, ainda, o carro em que o dinheiro estaria sendo transportado.
De posse de tal informação, a polícia passou a monitorar o carro e seus ocupantes, quatro ao todo. O carro foi seguido pelos policiais desde a saída do banco. Em dado momento, Bezerrinha parou em sua casa, mudou de carro e ainda trocou a bolsa em que transportava o dinheiro. Foi aí que os policiais resolveram agir detendo o carro e seus integrantes e os levando para a sede da Polícia Federal já que havia a suspeita de crime eleitoral. Lá chegando, o carro foi vistoriado por agentes, o dinheiro foi apreendido e contado. Constatou-se que em poder do grupo havia apenas R$ 15 mil. Faltava os outros R$ 15 que informado pelo denunciante.
Enquanto Bezerrinha e seus comparsas prestavam depoimento, agentes da Polícia Federal e Polícia Civil, acompanhados da juíza da 1a Zona Eleitoral, Maha Kouzi Manasfi e Manasfi e do promotor eleitoral Rodrigo Kurti, faziam a busca e apreensão na casa de Bezerrinha. Foi lá então que apreenderam o restante do dinheiro, além da lista de eleitores para os quais o dinheiro seria distribuído, requisições de gasolina e farto material de propaganda de Bocalom.
O grupo agora vai ficar no aguardo da Justiça Eleitoral que deve tomar as medidas cabíveis.

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