A juventude continuará firme na luta em 2014

‘A juventude foi o grande protagonista em 2013. E não será diferente em 2014′. Esse foi o tom dado por André Tokarski, presidente da União da Juventude Socialista (UJS), durante entrevista à jornalista Joanne Mota, na qual fez balanço sobre as lutas da juventude e os desafios, que segundo ele, “são do tamanho do Brasil”. 

Laís Gouveia, para a Rádio Vermelho 

Durante a entrevista, o dirigente destacou algumas das lutas travadas pela UJS em 2013 e lembrou da jornada de lutas. Evento que tomou as ruas das principais cidades no mês de março. “O ano de 2013 teve como abertura no calendário do movimento estudantil, uma grande jornada unificada de lutas, que reuniu mais de 30 organizações do movimento social, o objetivo foi convocar a juventude para lutar por uma nova arrancada no desenvolvimento do Brasil”.
E ele lembrou que para essa nova arrancada é necessário realizar as reformas estruturais, para aprofundar as mudanças no país e é papel das entidades estudantis sair às ruas por mais conquistas.
E mais, Tokarski afirmou que  uma luta estratégica para a juventude é a reforma política. “Precisamos urgentemente de uma reforma politica em nosso país. Pois se a juventude conquistou em 1989 o direito de votar, ela precisa conquistar o direito de ser votada”, afimou.
Direita golpista
Ao ser questionado pela feroz investida da direita conservadora e o papel jogado pela tradicional, Tokarski acentuou que os “dogmas que a direita cria estão ultrapassados, não há alternativa da parte deles. Ao contrário do que eles, historicamente, defenderam o Brasil avançou. E a mídia golpista tem um papel ímpar em tentar desestabilizar a democracia, de mentir a serviço de um projeto politico submisso. O Brasil não quer mais essa prosposta, o Brasil quer masi e a juventude sabe disso”.
Entenda a luta histórica da entidade em torno do recurso para a garantia do desenvolvimento nacional. Foto: Mídia NINJA
Legado das entidades
Na oportunidade ele destacou o papel de entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secindaristas (Ubes). “A UNE e a Ubes vivem um momento de conquistas históricas. A reserva de vagas é uma bandeira que sempre foi pautada pela Ubes; o Reuni, programa de reestruturação das universidades federais, que praticamente dobrou o número do acesso ao ensino público e gratuito; o Prouni que já concedeu mais de 1 milhão de bolsas a estudantes de baixa renda; sem contar royalties do petróleo e do fundo social do Pré-Sal para a Educação”.

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