1 de abril de 2016

Dilma Exonera 220 Cargos do PMDB só Nesta Sexta Feira


Em Brasília

A presidente Dilma Rousseff (PT) retomou nesta sexta-feira (1º) a reforma administrativa prometida em setembro do ano passado, quando disse, entre outras coisas, que cortaria 3.000 cargos no Executivo. Hoje, Dilma eliminou 220 cargos em comissão e funções de confiança no Ministério da Agricultura, pasta comandada pela dissidente peemedebista e sua aliada contra o processo de impeachment, Kátia Abreu.
Depois de ter prometido a reforma administrativa no ano passado, a presidente fez apenas ajustes tímidos --pouco mais de 10% do total perseguido passou pela tesoura. Agora, em meio ao processo de impeachment e ao acirramento político, sobretudo depois do desembarque do PMDB do governo, ela parece ter encontrado oportunidade para fazer uma nova investida na reforma.
O Ministério da Agricultura, que tem se empenhado para manter Dilma no Palácio do Planalto, foi o primeiro desse novo ciclo de ajuste. Decreto presidencial publicado hoje no Diário Oficial da União elimina 220 cargos, deixando a pasta de Kátia Abreu com 2.276 postos de confiança --os cálculos para esses números foram feitos pelo "Broadcast" com base em informações do Diário Oficial e do Portal da Transparência.
Em meio ao ajuste, foi extinta a Secretaria do Produtor Rural e Cooperativismo, cadeira que era ocupada por Caio Rocha, peemedebista que pediu demissão na manhã de hoje por determinação do partido.
A secretaria da Pesca, ocupada por Marlon Carvalho Cambraia, indicado do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), deve ser uma das mais afetadas: de 312 cargos de confiança, passará a ter apenas 87, um corte de 72,12% no quadro de funcionários de confiança ou com função.
A secretaria, que já foi ministério e recentemente foi absorvida pela Agricultura após escândalos de corrupção, tinha 27 superintendências, além das cadeiras que ocupa na Esplanada do Ministérios.
Com esse ajuste, fontes avaliam que Kátia Abreu aproveitará as mudanças para reforçar a área de Defesa Agropecuária, considerada por ela uma prioridade. Nas próximas semanas, o Ministério deve divulgar os nomes dos que ficarão no quadro funcional.
Apesar de parte das alterações terem afetado peemedebistas, Tânia Garib, que seria indicada do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), ganhou mais espaço. Ela continua à frente da área de Mobilidade Social e também absorveu as funções de Caio Rocha.
Com isso, a secretaria de Tânia - agora de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo -, que tinha apenas dois departamentos, ficou com quatro. A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que era um órgão subsidiário do Ministério, também sofreu mudança e foi transformada em um desses departamentos da nova secretaria.

14 comentários:

  1. TEM QUE DEMITIR TODOS DO PMDB, TODOS, PRINCIPALMENTE O TEMERÁRIO TEMER.

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    1. Calma gente, nem tudo que gostaríamos e defendemos, pode ser feito de uma única vez.

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    2. verdade teria que começar de cima pra baixo!!

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  2. VIVAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

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  3. São as regras da repactuação política e coincidentemente está dentro do contexto daqueles que dizem que é necessário um enxugamento da máquina pública então, tem que se começar por algum lugar...

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  4. aqui na paraiba tem indicados do HUGO MOTTA presidenta
    passa a canetada tbmm

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  5. Isso Dilma! Faxina na casa

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  6. Cutucou a onça com vara curta é nisso que dá! kkkkkkk

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  7. Sem o PMDB a presidenta Dilma poderá governar.

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  8. Não vi o nome do Dep. Federal Edinho Araújo (PMDB) Secretaria dos Portos. Esse é outro q precisa ser banido do governo.

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  9. A Dilma tem que passar a faca geral, nos cargos indicados por esses judas do PMDB paraibano, que não valem nada. Deputados safados que brigam dia e noite defendendo o ladrão Eduardo Cunha, e fazem de tudo para atrapalhar a nossa Paraiba. Ainda bem que foram embora, foi tarde. Agora vão morrer abraçados com os DEMOTUCANOS gritando: Impeachment, impeachment, impeachment kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  10. Siga em frente. Cortar e substituir para melhorar. Sem o PMDB deve ser mais fácil governar.

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  11. Siga em frente. Cortar e substituir para melhorar. Sem o PMDB deve ser mais fácil governar.

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