Oposição impede que golpistas aprovem isenção de imposto para mídia

Quase passava despercebido 



Agência Câmara
A oposição  impediu o PMDB, do presidente ilegítimo Temer, que fala que o Brasil está quebrado, de favorecer as empresas de jornais com a compra de papel subsidiado pelo governo. 
A oposição  impediu o PMDB, do presidente ilegítimo Temer, que fala que o Brasil está quebrado, de favorecer as empresas de jornais com a compra de papel subsidiado pelo governo. 

O deputado Givaldo Vieira (PT-ES), vice-líder do PT, avalia que impedir o favorecimento de empresários da comunicação foi uma vitória política. “Nossa obstrução foi eficiente e feita dentro do Regimento da Casa e trata-se de uma obstrução política contra o governo interino e golpista que se apossou indevidamente do governo. Foi uma vitória ter impedido o PMDB, do presidente ilegítimo Temer, que fala que o Brasil está quebrado, mas propõe o favorecimento de empresários da área de jornais na compra de papel subsidiado pelo governo, um completo absurdo”, afirmou.

Na avaliação do deputado Pepe Vargas (PT-RS), o que o PMDB pretendia era “pagar a conta do golpe parlamentar” aos órgãos de comunicação que apoiaram o ato. “Parece evidente que havia uma tentativa do PMDB, que apresentou a emenda, de retribuir o apoio ao golpe parlamentar que foi realizado no País”, explicou.

Ainda de acordo com Givaldo Vieira, “a MP no seu conjunto é positiva, porque trata de desonerações para aquelas pessoas que precisam mandar recursos para tratamento de saúde, gastos com educação no exterior. Então, conseguimos retirar o que era nocivo no texto. A resistência é necessária e o PT manterá a obstrução política em plenário”, enfatizou.

A MP estabelece redução da alíquota para 6% do IR para gastos pessoais em viagens de turismo, negócios, treinamento ou missões oficiais, até o limite de R$ 20 mil ao mês. Para as operadoras ou agências de viagens, o limite é R$ 10 mil, por passageiro. A MP garante ainda a isenção do IR para as remessas ao exterior destinadas ao pagamento de gastos com tratamento de saúde e educação. 

Agora, a MP segue para análise do Senado. 


De Brasília, com PT na Câmara 

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