6 de outubro de 2016

A Justiça Eleitoral, deve Explicações ao Povo de Cruzeiro do Sul

Não podemos achar que foi Normal, o prefeito tentar comprar adversários para se ransformarem em apoiadores para o seu candidato e nos conformar com a Cultura do 

"Não Vai Dar em Nada"


Quando o delegado da Polícia Federal em Cruzeiro do Sul, Fabrício Santos da Silva concedeu entrevista coletiva, afirmando que o chefe de gabinete do prefeito Vagner Sales (PMDB), Mário Neto e o presidente da executiva municipal do PSDB, Edson de Paula, foram presos em flagrante sobre acusação do crime de corrupção eleitoral, Cruzeiro do Sul inteira logo se perguntou; quem mandou quem organizou todo o esquema?

Foi aí que a Polícia Federal divulgou os áudios gravados, onde um grande esquema de compra de votos era orquestrado pelo PMDB, comandado pelo prefeito Vagner Sales.

Pela gravidade das denúncias envolvendo o prefeito Vagner Sales, acusado de cooptação e compra de votos, a Justiça eleitoral de Cruzeiro do Sul, precisa dar uma resposta a sociedade.
É incrível a bondade do prefeito, quando ofereceu R$ 5 mil a um desconhecido que, apenas por curiosidade, era candidato na chapa de seu adversário. Vagner disse que não prometeu emprego nenhum, o que as gravações obtidas pela Polícia Federal deixam bem claro, o esquema armado pelo prefeito para cooptação de adversário em favor de seu candidato.

Os fatos foram tão graves, que Vagner Sales sequer se defendeu, mas sim, falou para convertidos seguidores do quintal Azul. Lamentou ter sido gravado e disse que tudo não passava de armação de seus adversários.

Vivemos em um tempo onde as instituições de segurança do País, fazem uma verdadeira varredura na corrupção e por isso nos deparamos com um pertinente questionamento desse fato envolvendo o prefeito Vagner Sales; o que difere os casos de corrupção de outros prefeitos do Acre ou de Brasília, para os casos ocorrido em Cruzeiro do Sul?

O chefe do executivo teria que ser afastado do mandato imediatamente, para que pudesse responder pelas acusações e não ter influência alguma no decorrer do processo eleitoral.

A primeira audiência sobre o caso, que ficou marcada para acontecer dia cinco de outubro, três dias após o processo eleitoral, depois foi adiada e na data marcada, a juíza do caso pediu uma perícia nas gravações, que por sua vez: não foram feitas pela Polícia Federal, que alegou não ter estrutura tecnológica para tal serviço. 

 Para muitos em Cruzeiro do Sul, ficou um sentimento de que a corrupção nunca dar em nada, ao menos em na cidade, diferente da postura adotada pela mesma Polícia Federal em outras cidades do estado.

A justiça é a guardiã da democracia e da ética, não pode jamais ficar sob suspeita da sociedade. Neste episódio de Cruzeiro do Sul tem dois caminhos; ou a justiça eleitoral dar desdobramentos rápidos e convincentes, nem que seja para dizer: Não teve corrupção comprovada, ficando assim o Prefeito Vagner Sales e os demais acusados, livres das acusações. Com issso os acusadores deveriam se retratar publicamente, por expor autoridade do mandatário local, ao ponto de duvidar da sua indole.

Uma coisa vai ficar marcada por muito tempo, A JUSTIÇA ELEITORAL SAIU DERROTADA NAS ELEIÇÕES DE 2016 em Cuzeiro do Sul.

Por: Francisco Panthio