“O PMDB roubou até minha rejeição”, diz Garotinho

O ex-governador Anthony Garotinho (PR) não aparece na campanha para a Prefeitura do Rio de Janeiro do senador Marcelo Crivella (PRB), mas a aliança entre os dois tem sido alvo de frequentes ataques de adversários.
As menções ao ex-deputado federal como nome certo no eventual governo de Crivella, inclusive pelo fato do seu vice ser do partido de Garotinho, levaram o candidato a negar diversas vezes que tenha feito o convite.
Em entrevista ao UOL, o ex-governador declarou que não aceitaria um cargo na prefeitura e que planeja “dar uma paradinha na política” em 2017, mas fez questão de defender a própria imagem.
Candidato à Presidência da República em 2002, quando recebeu mais de 15 milhões de votos, quatro anos depois de ser eleito governador do Rio, ele concentrou suas críticas no PMDB, que ficou de fora do segundo turno na capital fluminense este ano.
“Eu acho que eles [adversários de Crivella] estão dando um tiro n’água na medida em que eles tentam associar o meu nome ao Crivella, achando que minha rejeição é grande. Porque minha rejeição já foi grande no Rio, mas, pelos últimos números que eu tenho, está na casa dos 20%, 22%.
O PMDB roubou tanto que roubou até minha rejeição”, declarou, entre risos, citando o desgaste de nomes da legenda como o ex-governador Sérgio Cabral e o governador licenciado Luiz Fernando Pezão.

Com informações de notícias ao Minuto.

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