Ex - Prefeito de Brasiléia Aldemir Lopes é preso Novamente na manhã desta quarta feira



Um dos principais acusados de comandar uma organização criminosa, que se formou dentro da prefeitura de Brasiléia.

Agentes da Polícia Federal realizaram na manhã desta quarta-feira (13), no município de Brasileia e Plácido de Castro, a Operação Dólar à Parte, que seria uma extensão da Operação Metástase, que investiga desvio de recursos na prefeitura de Brasileia. Os ex-prefeitos Everaldo Gomes, Aldemir Lopes, ex-secretário, ex-vereadores e vereadores da atual legislatura foram presos e veículos foram apreendidos.

Lopes estava preso no dia 15 de julho de 2016 quando a PF deflagrou a ''Operação Metástase", que investiga o desvio de mais de R$ 7 milhões em recursos públicos na cidade de Brasileia, no interior do Acre. O dinheiro teria sido gasto com pagamento de propinas, desvios de verbas e contratos fraudulentos desde 2013.

Depois de ter a prisão decretada junto com o também ex- prefeito Everaldo colega do PMDB, Aldemir conseguiu um habeas corpo e estava cumprindo prisão domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica. 

Na manhã desta quarta-feira a Polícia Federal conduziu novamente Aldemir Lopes a prisão. As informações ainda são poucas, mas em breve deve ter nota e coletiva a imprensa, sobre os motivos da ação. O ex- prefeito foi preso em um condomínio fechado onde mora na capital Rio Branco.

Entenda a Operação Metástase

A Polícia Federal descobriu, durante a ''Operação Metástase", o desvio de mais de R$ 7 milhões em recursos públicos na cidade de Brasileia, no interior do Acre.

O dinheiro teria sido gasto com pagamento de propinas, desvios de verbas e contratos fraudulentos desde 2013. A informação foi repassada pelo delegado Fares Feghali.

Durante a operação, realizada no dia 14 de julho, foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão nas cidades de Brasileia, Epitaciolândia e Rio Branco.  O ex-prefeito de Brasileia, Aldemir Lopes, foi preso preventivamente. 

O suspeitos foram indiciados por organização criminosa, lavagem de capital, corrupção passiva e ativa e peculato. Feghali explica ainda que o ex-prefeito foi preso porque estaria coagindo as testemunhas do caso. A investigação aponta que a organização usava empresas fantasmas e notas frias para desviar verbas.

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