20 de outubro de 2017

Bocalon Dispara: No DEM o Coronel Vagner Sales não apita em nada!


Telefone toca. É o presidente do DEM, Tião Bocalom, para descartar qualquer hipótese de aliança com o PMDB, para a disputa de vagas de deputado federal e deputado estadual.

Desmonta assim o plano do Coronel Vagner Sales (PMDB), ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, de montar uma coligação com PMDB-DEM-PSDB para salvar as candidaturas dos deputados federais Jéssica Sales (PMDB) e Flaviano Melo (PMDB), já que o PMDB só tem ambos como candidatos, o que os deixaria sem legenda para a reeleição. Tião Bocalom nega ter acontecido alguma reunião da executiva do DEM para tratar do assunto. “Sei que apenas o Vagner falou com o Frank Lima, numa conversa individual”.

A minha posição é que disputemos a eleição com chapas próprias para a Câmara Federal e Assembléia Legislativa. Defendo ainda que cada partido tenha a sua chapa. Bocalom diz que o DEM não se furtará a uma conversa com o PMDB, mas com a posição fechada de candidaturas próprias. O DEM está trabalhando sério para ter chapas competitivas à ALEAC e Federal. A posição de Bocalom empurra o PMDB para uma situação difícil.

A POLÍTICA É DINÂMICA
 
A política é dinâmica, já dizia o filósofo do Abunã, Rapirã e cercanias, ex-prefeito de Plácido de Castro, Luiz Pereira. A pensar que, na última disputa da PRB, o PMDB vetou Tião Bocalom (DEM) para ser o vice da candidata a prefeita Eliane Sinhasique (PMDB), sob o falso argumento de sua rejeição ser alta. Agora está o PMDB de pires nas mãos atrás do DEM, para se salvar.


PP DESCARTA
 
O PP também tem posição fechada de não aceitar uma coligação com o PMDB. O deputado Nicolau Junior (PP) me disse que, uma aliança com o PMDB para a disputa da ALEAC está fora dos planos do seu partido. E tenho informação do deputado Gehlen Diniz (PP) que, o PP terá chapas próprias para a Aleac e para Federal. O que deixa o PMDB fora do contexto aliado.


VELHA MANIA DO PMDB
 
O uso do cachimbo deixa a boca torta. A velha mania do PMDB de não trabalhar novas lideranças para formar chapas para as disputas de estadual e federal e chegar no ano eleitoral impondo um chapão, para salvar os seus medalhões, parece que agora está dando errado.


FICA MUITO DIFÍCIL

Esta confusão toda deixa o candidato ao governo, senador Gladson Cameli, (PP), numa situação muito delicada perante o seu partido. Mesmo que imponha uma aliança com o PMDB, os atuais candidatos a ALEAC e Câmara Federal podem se rebelar e retirar seus nomes. E o Gladson não terá como impedir. Se isso acontecer o PP pode ficar sem chapas. Vai deixar?

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