25 de outubro de 2017

O preço para se Salvar:Temer Perdoa Dívidas de Ruralistas e Aumenta Conta de Energia dos Pobres

247 - Michel Temer barganha com recursos públicos, mais uma vez, o apoio do Congresso para suas reformas.  

Agora, para comprar o voto dos ruralistas para as alterações na Previdência, que praticamente acabam com a aposentadoria do brasileiro, o peemedebista acena com um generoso perdão de dívida.
As informações são da Coluna do Estadão.

"A equipe econômica decidiu perdoar os juros da dívida da contribuição social do empregador rural. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, bateu o martelo nesse ponto reivindicado pela bancada ruralista do Congresso. 


O governo vai editar uma medida provisória para tratar do passivo do Funrural, o equivalente à contribuição para a Previdência do setor, cujo passivo pode superar R$ 10 bilhões. Michel Temer se reúne com a bancada hoje e deve anunciar a medida como moeda de troca para o apoio à reforma previdenciária."

Por outro lado cobra a conta do furo no lombo do Trabalhador assalariado, que tem pagado a conta do Golpe desde que Temer assumiu o poder.

Energia terá reajuste acima da inflação, com aumento de 24%Bandeira vermelha dois entra em vigor desde o dia 23


O governo Temer autorizou mais uma facada no bolso do brasileiro. A partir do dia 23, o preço da energia terá reajuste médio de 24,3% nas cidades do Vale do Paraíba, com a entrada em vigor da bandeira tarifária vermelha 2.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) autorizou o aumento da EDP Bandeirante e outras operadoras do país nesta terça-feira (17). O último aumento ocorreu em agosto deste ano.

Para os consumidores residenciais, a alta média será de 22,59%; já para a indústria, a elevação média será de 27,31%. Ao todo, cerca de 700 mil clientes na região serão atingidos pelo reajuste na conta de luz.

Com isso, o custo de cada 100 quilowatts/hora sobe de R$ 3 para R$ 3,5. Numa casa cujo consumo de energia elétrica é 146 quilowatts/hora, a conta irá subir de R$ 70,42 para R$ 86,32.

O aumento está bem acima da inflação acumulada nos últimos 12 meses, de 2,53% (projeção de outubro de 2016 a outubro de 2017). A justificativa do governo para o abuso é o elevado custo para produção de energia e os encargos impostos às concessionárias.

Esta é a primeira vez que bandeira tarifária vermelha 2 entra em vigência no país, desde que o sistema foi adotado, em 2015.

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